II Congresso Internacional de Ciberjornalismo

Live Coverage

Live coverage do congresso

Posted by obciber em Dezembro 9, 2010

Acompanhe a cobertura do Congresso através do CoveritLive (as comunicações apresentadas no anfiteatro 2 podem ser acompanhadas através deste link)

Twitter ( hashtag #cobc e #cobc2)

Facebook

 

Consultar o programa (distribuição das comunicações)

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Steve Doig: jornalismo de investigação e análise de dados

Posted by obciber em Dezembro 10, 2010

Steve Doig, da Arizona State University, apresentou no 2º dia do II Congresso Internacional de Ciberjornalismo, uma conferência sobre “Building Web Content with Investigative Reporting”. A sua especialidade é o jornalismo de investigação que usa a análise de dados.

O docente considera que o jornalismo de investigação é vital para a democracia, sendo que a mesma necessita deste como “watchdog” do poder.

A solução de negócio para o ciberjornalismo será a melhoria de conteúdos dos sites noticiosos, bem como das técnicas de investigação dos jornalistas. Dominar e utilizar software como o SPSS ou o Excel é um dos exemplos do que pode ser feito. Doig deu exemplos de várias reportagens de investigação que considera terem os requisitos para serem as melhores, e salientou a importância do New York times como “mestre em base de dados”.

Segundo Doig, é primordial tirar partido do multimédia para chamar à atenção das pessoas no que toca ao ciberjornalismo, mas as boas estórias continuam a ser o factor essencial para qualquer boa reportagem.

Luís Mendes

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Prémios de Ciberjornalismo 2010: Rádio Renascença é o grande vencedor

Posted by obciber em Dezembro 10, 2010

Apresentada por Hélder Bastos e Isabel Reis, a cerimónia de entrega da 3ª edição dos Prémios de Ciberjornalismo consagrou o site da Rádio Renascença com o prémio de Excelência Geral em Ciberjornalismo.

Pedro Leal, director-adjunto de informação da RR, agradeceu o prémio e lembrou o esforço da Renascença na aposta no online. O jornalista recebeu também os prémios de reportagem multimédia, atribuído à RR pela reportagem “Muro de Berlim 20 anos“, e melhor infografia digital (Os dias que abalaram a Madeira). Pedro Leal enfatizou a colaboração que foi necessária entre jornalistas das redacções da rádio e da web para que a reportagem sobre o Muro de Berlim se concretizasse.

O Jornal de Notícias também foi reconhecido com os prémios de Última Hora (Penas de prisão efectiva para seis arguidos) e Videojornalismo Online (A vida que o mar lhes dá). Manuel Molinos, editor do JN Online, reforçou a capacidade da redacção em trabalhar com o imediato e a aposta em produtos multimédia diferenciados.

O prémio de Ciberjornalismo académico foi atribuído ao JornalismoPortoNet pelo trabalho Morro da Sé. Amanda Ribeiro e Daniela Espírito Santo, editoras do website académico, agradeceram em nome autores do trabalho, salientando o trabalho multimédia dos estudantes que potencia a capacidade de dar a conhecer outras realidades.

Aline Flor

Outros sítios:

JN – JN distinguido com prémios de ciberjornalismo

JPN – Obciber: Rádio Renascença vence Prémio de Excelência Geral em Ciberjornalismo

Público – Rádio Renascença vence prémio Excelência Geral em Ciberjornalismo

Renascença – Renascença vence prémio de Excelência Geral em Ciberjornalismo

Obciber: Rádio Renascença vence Prémio de Excelência Geral em Ciberjornalismo

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Hélder Bastos lança luzes sobre modelos de negócio em Portugal

Posted by obciber em Dezembro 10, 2010

A tarde do segundo dia do II Congresso Internacional de Ciberjornalismo começou com a conferência de Hélder Bastos (Universidade do Porto), sobre o tema “Ciberjornalismo e modelos de negócio em Portugal”.

O docente apresentou a evolução dos ciberjornais portugueses nos últimos quinze anos, desde os primeiros anos, com um público mais escasso, às tentativas falhadas de cobrar por conteúdos no início dos anos 00’s. O falhanço da transposição do modelo “Pub” (de publicidade tradicional da imprensa) para a Internet leva à necessidade de procurar estes novos modelos que passam pela paywall.

O investimento na Internet, no caso dos ciberjornais portugueses, é um dos maiores problemas que impedem os sites de terem equipas alargadas que produzem produtos jornalísticos de qualidade para a Web. “O acessório venceu o essencial”, e isto faz com que os conteúdos não sejam suficientemente bons ou originais para sustentar a sua cobrança, baseando-se muitas vezes em peças de agência.

Hélder Bastos apresenta alguns modelos de negócio que podem ser considerados para os websites noticiosos em Portugal. Entre estes modelos emergentes encontra-se o de fundações (praticado pelo jornal Guardian), o de mecenato, o crowd financing (o exemplo do Spot.us, em que os utilizadores pagam para que os jornalistas investiguem), o micropagamento (popularizado em plataformas como o iTunes), a cobrança por aplicações para dispositivos móveis e a solução que, apesar de difícil, pode ser encontrada em sinergias entre diferentes grupos ou órgãos de comunicação social.

Em suma, o investigador salienta que é necessário uma mudança no jornalismo em Portugal, com mais investimento e uma aposta na qualidade que justifique a valorização do público e onde se possa apoiar a implementação de novos modelos de negócio.

Aline Flor

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“O jornalismo e as redes sociais: participação, inovação ou repetição de modelos tradicionais?” por Kárita Cristina Francisco

Posted by obciber em Dezembro 10, 2010

Ainda no painel 1 subjugado ao tema – Redes sociais e ciberjornalismo, Kárita Cristina Francisco apresentou um estudo que teve como objectos de estudo o Jornal de Notícias e o jornal Público, na sua prática jornalística através das redes sociais twitter e facebook.

Com uma comunicação intitulada “O jornalismo e as redes sociais: participação, inovação ou repetição de modelos tradicionais?”,  a investigadora começou por referir que o papel do jornalista como gatekeeper não desaparece totalmente. Antes de mais, ganha uma nova importância, com a questão de gestão dos conteúdos e certificação da informação criada.

Eis algumas conclusões relativas à observação feita à prática de uso de redes sociais nos dois diários generalistas:

– Jornal de Notícias trabalha com uma equipa denominada edição multiplataforma, que trabalha conteúdos para diversos formatos;
– Existe um moderador de conteúdos e comentários no JN, direccionado para a questão online da participação do leitor;
– No conteúdo online estão implícitos links para vídeo, blogues, fotogalerias, o que chama o leitor à participação com o envio dos seus próprios  conteúdos;
– As notícias de desporto são as mais ‘curtidas’ mas as menos comentadas;
– Há uma partilha com os fãs na plataforma Facebook, relativamente a fotos enviadas pelos seguidores do Twitter;
– No exemplo do jornal  Público – há um grupo de jornalistas mais dedicados ao online. Jornal com mais seguidores no Twitter. Na rede Twitter é utilizada uma feed automático de conteúdos ,o que leva a uma perda de interactividade entre utilizadores. Os tweets personalizados são quase raros;
– Na plataforma facebook o Público usa um sistema de actualização hora a hora. Tem mais de 80.000 são fãs, mas apresenta pouca participação por parte dos utilizadores;
– A interacção entre os  leitores e o jornal é mínima. Isso poderá ser explicado pela posição editorial do jornal, de não comentar nem responder a comentários dos utilizadores;

Em conclusão, Kárita Cristina Francisco refere que as redacções online ainda estão a ajustar-se e a  experimentar a rotina ideal. A participação dos leitores/seguidores ainda deixa muito a desejar, tanto na quantidade como na qualidade.

Vanessa Quitério

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Inês Amaral apresenta estudo intitulado “Redes Sociais no Twitter”

Posted by obciber em Dezembro 10, 2010

No segundo e último dia do II Congresso Internacional de Ciberjornalismo a discussão iniciou-se em volta do tema Redes Sociais. Inês Amaral, docente do Instituto Superior Miguel Torga em Coimbra,  e investigadora da Universidade do Minho, apresentou a comunicação “Redes Sociais no Twitter”, destacando  a crescente proliferação da inteligência colectiva na presença online nas plataformas de microblogging.

‘What’s happening?’ ou ‘o que estás a fazer’ é, neste momento, uma frase-chave do social media e da interacção entre utilizadores das rede e na rede.  Uma nova maneira de pensar surge, sendo o ‘being online’ uma nova maneira de estar na sociedade de informação.

Ao longo da apresentação  Inês Amaral, que também marca presença na rede social do estudo, na conta @ciberesfera, referiu que ‘o Microblogging aparece como ponto importante nesta nova esfera, com base no imediatismo e na portabilidade da ideia de dinamismo’.

“Nos últimos dez anos assistiu-se a uma mudança de paradigma social e comunicacional onde a web estática passou para uma web mais dinâmica”, afirmou a investigadora. Através da prática de retweet, a própria prática informativa potencializou o antigo self media, transformando o consumidor comum num prosumer (produtor-consumidor) de conteúdos.

Inês Amaral tomou como exemplo para a sua comunicação o caso das eleições iranianas, em 2009, o protesto online (nos social media) contra os resultados das eleições no Irão. A hashtag #iranelections gerou 653.883 tweets publicados na rede social twitter, e maioritariamente em inglês. “Qualquer de nós pode ser produtor de conteúdos, nesta web social mais participativa”, admitiu a docente.

Inês Amaral concluiu a sua apresentação referindo que  outras perspectivas de análise de conteúdos estão a surgir com a utilização do twitter e afins, onde a base passa, sem dúvida, pela interacção social e pelas novas práticas de cidadania. “O folksonomy/social tagging é uma evidência de inteligência colectiva”, reforçou, por último, a investigadora.

Vanessa Quitério

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Concha Edo: As redes sociais como suporte para a notícia e as fontes

Posted by obciber em Dezembro 10, 2010

Concha Edo, da Universidad Complutense de Madrid, dirigiu uma conferência no II CobCiber acerca do papel das redes sociais na formação e construção das notícias e a importância e diversidade das mesmas. Actualmente, segundo a investigadora espanhola, torna-se impossível viver sem redes sociais.

O Facebook é que tem tido um crescimento maior, seguido do Twitter. Os blogs estão a dar espaço às redes sociais. O tempo passado nas redes aumenta três vezes mais que qualquer outra prática online. A maioria das pessoas presentes nas redes sociais são muito jovens. Os meios de comunicação social podem aproveitar este meio para chegar às camadas mais jovens, que não lê jornais, nem vê os jornais na televisão.

As redes sociais não são um meio de comunicação, mas uma plataforma de comunicação a que o jornalismo pode dar mais uso, tendo em conta a interactividade e hipertextualidade. O jornalismo de qualidade ainda se mantém bastante tradicional, mas evolui lentamente. Concha Edo refere que a audiência espera uma mudança neste sentido; o jornalismo pode e dever ser melhor na Internet. O jornalismo tem de descobrir outras vias, e o jornalista tem de controlar as suas fontes.

No entanto, a falta de credibilidade ainda assolas as redes sociais, que são verdadeiras fontes de informação, reflectindo sobre até que ponto o jornalista pode usar a informação obtida nas redes.

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Comunicações: Tema Livre IV

Posted by obciber em Dezembro 10, 2010

Hatice Öz abriu o painel das 11h com o seu trabalho “An analysis of interactivity possibilities in Online Journalism: The case of Turkey”, que explicou a evolução dos jornais turcos na Internet. A professora apresentou alguns resultados sobre o estado actual dos jornais da Turquia, comparando-os entre si e com outros jornais estrangeiros.

Hasip Pekta trouxe “A typographic analysis of Turkish newspapers’ websites”. Ainda há alguns jornais turcos que ainda têm uma tipografia muito primitiva. O investigador explica que é necessário ter em atenção pormenores desde o alinhamento ao contraste entre tipo de letra e o fundo. É necessário tornar o complexo em algo simples, pelo que o design dos sites deve procurar harmonizar os elementos das páginas, dando atenção à distribuição e formatação da tipografia.

Kárita Cristina Francisco representou Inara Sousa ao apresentar a comunicação “Ciberespaço como universo de afirmação da matéria jornalística”, que analisa o Campo Grande News para descobrir como é feita a apuração dos factos no ciberespaço. Os jornalistas podem utilizar a web para todas as etapas da construção noticiosa, não precisando de sair da redacção. No caso do jornal Sites oficiais, twitter (acompanhar políticos) e msn (contactos). redes sociais complementam pesquisa por métodos tradicionais, ao vivo ou por telefone, referências, web urbanism, busca em ambientes digitais

Daniel Jiménez Chávez apresentou “Spatial annotations and hyperlocal media”, uma reflexão sobre os contributos da web 2,0 para a cartografia, nomeadamente o contributo feito pelos utilizadores. Existem diferentes tipos de anotações que podem ser acrescentadas, que permitem conhecer também o público que as realiza. A utilização de mapas na web pode ser potenciada a nível local, devido à utilidade e importância que podem ter na vida das pessoas.

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Comunicações: Tema livre III

Posted by obciber em Dezembro 10, 2010

O painel de tema livre, apresentado no Anfiteatro 2, contou com comunicações de Isabel Reis (Universidade do Porto), Carlos Canelas (Escola Superior de Educação da Guarda) e L. Gracíela Natansohn (UFBA – Brasil).

Isabel Reis (UP) começou por apresentar ”O aúdio nas notícias das ciber-rádios: do hipertexto ao hiperaúdio?”, concluindo que o hiperaúdio é inexistente nas rádios portuguesas. Salientou ainda a não utilização de linguagem expressiva sonora por parte das ciber-rádios, bem como a falta de interconexão entre aúdios, ou seja, a não existência de hiper-vínculos sonoros, uma vez que os aúdios por si só não conduzem a outros aúdios. Referiu ainda o facto das ciber-rádios não disponibilizarem ferramentas para o utilizador construir a sua própria narrativa, pelo que não é possível sair da hierarquia oferecida pela rádio.

O painel prosseguiu com a comunicação de Carlos Canelas (ESEG) “O uso do vídeo pelos operadores generalistas televisivos portugueses na disseminação de conteúdos noticiosos através da Web”. O investigador diz que os média ainda estão a passar pelo processo de convergência multimédia, com profundas implicações, o que leva aos órgãos tradicionais a procurarem novas formas de difundir conteúdos noticiosos. Concluiu que os conteúdos televisivos não sofrem alteração quando são transpostos para a web e que o texto, na maioria das vezes, limita-se a descrever a descrever o vídeo. Os meios televisivos ainda não estão a produzir conteúdos exclusivos par a a web.

A apresentação do estudo da equipa de investigação da UP, composta por Hélder Bastos, Helena Lima, Nuno Moutinho e Isabel Reis, “Jornalistas de rádio e a Internet – um estudo sobre percepções” ficou a cargo de Isabel Reis. Os jornalistas de rádio não valorizam a rapidez da web, continuando a considerar a rádio o meio mais imediato e a dar preferência ao contacto pessoal e telefónico nas rotinas jornalísticas. São sobretudo os jornalistas mais jovens a considerar a Internet um meio que traz mais oportunidades. Os que usam mais a Internet temem menos os seus efeitos negativos. Isabel Reis refere que, com a Internet, “os jornalistas vão ficar ainda mais sentados”, e levanta a questão de mudanças negativas, como o copy-paste. Os jornalistas das rádios portuguesas tendem a percepcionar a Internet mais como uma ferramenta útil que atende às suas necessidades, pois “não vem mudar o jornalismo, mas a forma como o fazemos”.

O painel terminou com a comunicação de L. Gracíela Natansohn (Universidade Federal da Bahia, Brasil), com o estudo realizado em parceria com Rodrigo Cunha (UFBA) “O jornalismo de revista no cenário da mobilidade”. Concluiu-se que a ideia de comunidade é essencial para criar fidelização com a versão online das revistas e que, no cenário de mobilidade, desenvolveu-se a cultura de aplicações, a custos muito baixos. Por fim, referência ao facto das revistas terem uma história material e tender-se a conservar a unidade da revista como uma experiência táctil.

Natacha Cunha

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Revista Prisma.Com: especial Ciberjornalismo2010

Posted by obciber em Dezembro 9, 2010

A revista de ciência da informação e da comunicação Prisma.Com, promovida pelo CETAC.Media, lançou uma edição especial com comunicações apresentadas no II Congresso Internacional de Ciberjornalismo.

Os artigos publicados nesta edição n.º 12(2010) podem ser consultados em pdf na página da revista.

Foram seleccionados os seguintes artigos:

  • “La participación de la audiencia en los sitios web de televisión: un estudio de caso de las emisoras públicas autonómicas en España”, Koldobika Meso Ayerdi, Ainara Larrondo Ureta, José Larrañaga Zubizarreta, Irati Agirreazkuenaga Onaindia
  • “Redes Sociales Y Personales Vs Medios Convencionales. Diferencias En El Tratamiento Informativo”, Francisco Campos Freire, Ana María López Cepeda, Lorena Otero Santiago
  • “Twitter E Jornalismo De Proximidade: Estudo De Rotinas De Produção Nos Principais Títulos De Imprensa Regional Em Portugal”, Pedro Jerónimo, Ângela Duarte
  • “Usos e desusos da rádio informativa nas redes sociais – o caso da cobertura da visita de Bento XVI”, Luís Bonixe
  • “O áudio nas notícias das ciber-rádios: do hipertexto ao hiper-áudio?”, Isabel Reis
  • “Anotaciones espaciales y medios hiperlocales”, Daniel Jiménez Chávez
  • “O jornalismo e as redes sociais: participação, inovação ou repetição de modelos tradicionais?”, Kárita Cristina Francisco
  • “Negócios de mídia na era da midiatização: uma reflexão sobre os modelos de exposição e de interação”, Elizabeth Saad Corrêa, Marcelo Coutinho Lima
  • “Una propuesta de análisis sintáctico-semántico para los nodos iniciales en cibermedios”, Ana Serrano Tellería
  • “Redes sociais: novas regras para a prática jornalística?”, Catarina Rodrigues
  • “O jornalismo de revista no cenário da mobilidade”, L. Graciela Natansohn, Rodrigo Cunha

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Lançamento do livro “Origens e Evolução do Ciberjornalismo em Portugal”

Posted by obciber em Dezembro 9, 2010

O primeiro dia do Congresso de Ciberjornalismo terminou com o lançamento do livro “Origens e Evolução do Ciberjornalismo em Portugal” da autoria de Hélder Bastos.


A apresentação do livro ficou a cargo de António Granado que fez questão de salientar algumas frases que o fizeram “rir imenso sobre o que se disse em certas alturas na história do Ciberjornalismo em Portugal”.

Com o objectivo de constituir um primeiro contributo para a história do ciberjornalismo em Portugal, o livro divide-se entre vários capítulos, sendo que o principal do livro fala das três fases evolutivas, terminando com um balanço do que se passou nos últimos anos a nível de ciberjornalismo nacional. Alguns dos “falhanços” apontados são a produção própria dos órgãos de comunicação, a área de formação e a criação de uma identidade própria, devido à “generalização do copy paste”.

António Granado termina a apresentação salientando a parte final do livro, na qual Hélder Bastos refere que “o acessório venceu o essencial”, sendo que o essencial continua a ser o bom jornalismo, pelo que “deste ponto de vista, os últimos anos foram um desperdício em termos de aposta no Ciberjornalismo em Portugal”.

Uma vez que “o jornalismo que podia ser feito de forma mais potenciada na Internet ficou por fazer”, Hélder Bastos propôs-se a ir contando o que se passa neste ramo do jornalismo em Portugal.

Natacha Cunha

Outros sites:

– Indústrias Culturais – O ciberjornalismo em Portugal segundo Hélder Bastos

– JN – Ciberjornalismo em Portugal ainda tem um longo caminho a fazer

– JPN – Quinze anos de ciberjornalismo em Portugal dão origem a livro

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